30 de janeiro de 2020

25 de janeiro de 2020

Draconatos para Pathfinder

Tradução do site Confraria de Arton.
Os draconatos são uma raça de dragões humanoides apresentados no livro races os dragon como humanoides que passaram por um ritual para servir o deus Bahamut. Na quarta e quinta edição do D&D eles foram transformados em uma raça própria com um apego a honra e uma história antiga, e vastos impérios que ficaram no passado.

Draconatos são uma raça de guerreiros honrados e orgulhosos com forte tradição mágica e antigos elos de sangue com dragões. Eles nunca quebram um juramento e expressam seu senso de honra aperfeiçoando suas técnicas e não aceitando insultos. Eles acreditam que adversários devem ser tratados com cortesia e respeito, mesmo se forem inimigos ferrenhos. Cuidado e discrição são a chave para a sobrevivência de um guerreiro, mas medo é uma doença e covardia é uma falha moral. Acima de tudo, um Draconato aceita as responsabilidades e consequências de suas ações.
Descrição Física: Draconatos lembram dragões humanoides, mas são levemente maiores que as demais raças, ficando entre 1,80 e 2,10m. De fato, sua aparência é muito imponente. A maioria dos draconatos tem escamas muito finas por todo o corpo, se tornando mais espessas nas extremidades, e são tipicamente vermelhas, douradas, da cor de ferrugem, amarelo castanho, bronze ou marrom. Raramente a cor das escamas igualam as de um dragão cromático ou metálico, e elas não dizem o tipo de sopro que o draconato utiliza. A cabeça do draconato tem um focinho chato, uma testa forte e pequenas protuberâncias no queixo e orelhas. Por trás da testa, uma coroa de escamas semelhantes a chifres de comprimento variado lembrando um cabelo grosso. Seus olhos têm tons de vermelho ou dourado.
Sociedade: Há muito tempo atrás, os impérios draconatos disputavam pelo domínio do mundo, mas agora apenas alguns clãs sem raízes restam para disseminar as lendas de sua antiga glória. Mesmo que eles não tenham mais uma terra natal, eles continuam a valorizar a honra, perícia e excelência em todas as ações que um indivíduo realiza. Isso permite a eles se integrar facilmente em outras culturas, especialmente aquelas que adotam valores similares. Muitos vivem entre os humanos e anões já que eles têm mentalidades mais ordeiras e marciais. Acima de tudo Draconatos odeiam falhar, e se sujeitam a esforços extremos antes de desistir de algo. Um draconato considera a maestria de uma técnica como um objetivo de vida.
Relações: A cultura dos Draconatos considera honra mais importante que a vida em si. A honra está ligada principalmente à conduta dos campos de batalha, muito semelhante ao código de conduta dos cavaleiros, mas também se estende a todas as facetas da vida. Membros de outras raças que partilhem dos mesmos princípios acham fácil ganhar o respeito de um draconato. Essa propensão da raça às vezes leva os outros a erroneamente verem-nos como arrogantes e orgulhosos.
Tendência e religião: Draconatos tentam manter um bom comportamento, vendo a si mesmos como representantes humanoides dos grandes dragões. Por isso, muitos são de tendência boa, mas como em todas as coisas, há exceções. Devido a sua nobreza e reverencia natural pelas divindades eles são bastante devotados e mostram essa qualidade em todos os aspectos de sua vida.
Aventureiros: Draconatos são viajantes, soldados e mercenários. Eles procuram aventuras pela chance de provar seu valor, ganhar renome e talvez se tornarem campeões sobre os quais estórias serão contadas por gerações. Ganhar glória eterna através de feitos poderosos, ações ousadas, e perícia suprema é o sonho de um draconato. Eles são lutadores natos e tendem a levar a luta diretamente para seus inimigos. Como tais, eles preferem classes marciais como guerreiro ou paladino. Mas, devido a forte herança mística em seu sangue, muitos deles seguem a carreira de feiticeiros ou oráculos.
Características dos draconatos: Determinado, honrado, nobre, perfeccionista, orgulhoso, confiável, reservado, muito ligado à história antiga.
Nomes masculinos: Arjhan, Bharash, Ghesh, Heskan, Kriv, Nadarr, Rhogar, Shedinn, Torinn.
Nomes femininos: Akra, Biri, Kava, Mishann, Nala, Raiann, Sora, Surina, Thava.
Em Eberron
Draconatos são originários do continente de Argonnessen. Eles estão entre os reinos dos mortais e dragões, mas não pertencendo a nenhum deles. As histórias falam de grandes cidades-estado no interior do continente, guerreando entre si por territótrios, sobre interpretações da profecia dracônica, ou a pedido de seus lordes dragões. Em Khorvaire Draconatos são fortemente associados com Q’barra. Há muito tempo atrás, imigrantes draconatos de Argonnessen formaram um império nas selvas dessa região, conquistando ou anexando as terras dos homens lagartos e kobolds. Eles construíram gigantescos monumentos, domaram a vida selvagem e estiveram à beira de se tornar um dos maiores poderes de Khorvaire. Ninguém pode dizer com certeza o que aconteceu com o império, ele caiu tão rapidamente quanto ascendeu, deixando para trás bolsões de draconatos civilizados lutando pela sobrevivência em uma selva feroz. Mesmo que o império já tenha a muito desaparecido, draconatos mantém um elo com seu passado através de sua fé. Eles adora os dragões soberanos, encarnações dracônicas da hoste soberana. Draconatos malignos, por outro lado, tipicamente adoram o dragão inferior. Mesmo que os Draconatos não adorem diretamente os dragões, eles os respeitam como emissários dos deuses, e respeitam profundamente os três dragões progenitores: Siberys, Eberron e Khyber. Os draconatos acreditam que a profecia dracônica é o meio pelo qual esses antigos se comunicam com os dragões de hoje.
Terras dos draconatos: Alguns draconatos viajam o mundo como aventureiros ou mercadores, mas a maioria deles ainda vive em Q’barra. Após séculos tentando viver nas selvas, as comunidades de lá começaram a prosperar, formando novos governos e fazendo comercio com estrangeiros. Em contraste, algumas tribos de draconatos ao invés disso se tornaram selvagens, vivendo nas selvas ao lado de homens lagartos e trogloditas. Esses draconatos são uma ameaça para os assentamentos em Q’barra e nos reinos vizinhos. Algumas tribos existem em Seren e outras ilhas ao redor de Argonnessen. Mesmo que poucos viajantes cheguem a vê-las, cidades-estado draconatas estão localizadas no interior do continente.


Estatísticas vitais

Tabela: Draconato Idades iniciais Aleatórias

Adulto

Intuitivo

Auto-aprendizado

Treinado

15 anos

+1d8

+1d10

+1d12


Tabela: Draconato Efeitos do envelhecimento

Meia idade

Velho

Venerável

Idade máxima

120 anos

170 anos

220 anos

+20d20 anos

Traços Raciais:
* +2 em Força, +2 em Carisma, -2 em Destreza.
* Humanoide (reptiliano)
* Tamanho médio
* Deslocamento 9m
* Sangue de dragão: Para efeitos relacionados à raça um draconato é considerado um humanoide e um dragão.
* Testado em batalha: Draconatos recebem +1 racial em sua CMB e CMD.
* Educado: +2 racial em testes de conhecimento (história).
* Presença intimidadora: +2 racial em testes de intimidar.
* Sopro (sob): Ao criar o personagem escolha um dos seguintes tipos de energia: acido, eletricidade, fogo ou frio. Escolha também entre um cone de 4,5m ou uma linha de 6m. Três vezes ao dia como uma ação padrão que não provoca ataques de oportunidade o draconato pode lançar um sopro que causa 1d6 de dano do tipo de energia escolhida. Todas as criaturas na área podem realizar um teste de reflexos para negar o dano (CD 10 + ½ do nível do draconato + mod de constituição)
* Idiomas: comum e dracônico. Idiomas adicionais: Anão, elfico, gigante, gnoll, gnomo, goblin e orc.

20 de janeiro de 2020

Sampa By Fight - parte 2


Tradução de Nightcrawler para o site Shotokan RPG.

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Essa é uma adaptação não-oficial da cidade de São Paulo para Street Fighter: The Storytelling Game. Porém, retirando alguns personagens e locais, e fazendo pequenas mudanças, poderá ser usada em qualquer época.

Lugares

Os principais locais de Street Fighting em São Paulo são:

Avenida Paulista
Essa pode não ser a maior avenida de São Paulo, mas com certeza é a mais importante. É uma avenida com prédios imensos e bancos que filiam suas multinacionais aqui. Milhares de pessoas de terno e gravata e similares circulam pelas calçadas.
Essa famosa avenida costuma ter grandes e importantes lutas, valendo postos importantes e muito dinheiro e ranking. Um pouco perto daqui existe a rua Teodoro Sampaio, onde alguns combates acontecem ao som de Blues e Jazz, e combates são assistidos por muitos músicos.

Praça da Sé
Uma praça de tamanho considerável, com várias bancas de jornal espalhadas por ela, e uma igreja no centro. Alguns mendigos têm ali como seu lar.
Localizada no centro da cidade, costuma ter combates apenas em eventos e festas. Aqui ocorrem muitos combates da divisão Tradicional. Também é comum que aconteçam Torneios da Divisão Tradicional aqui.

Shopping Center Aricanduva
Um shopping que era pequeno, porém agora está passando por um processo de ampliação. Ele tem apenas um andar, que é bem vasto, mas devido a essas ampliações provavelmente terá três andares. Muitos vêm até aqui por causa dos dois shoppings filiados que ficam ao seu lado (Um especializado em carros e outro em móveis e decoração). Local preferido dos jovens que moram na Zona Leste para se jogar boliche ou ver um cinema.
Aqui também é um local comum para se lutar. De madrugada, no estacionamento do shopping, as luzes se acendem e as apostas começam. Geralmente se encontram Street Fighters iniciantes aqui (Posto 5 ou menos), mas alguns lutadores mais experientes também são encontrados.

Liberdade
Um bairro oriental muito bonito, com muitas coisas que lembram o Japão (para quem não conhece, tente imaginar uma Chinatown versão japonesa).
Nesse bairro oriental pode-se encontrar todo tipo de lutador com todo tipo de experiência. Desde karatecas iniciantes até a grandes campeões de Wu Shu, Sumô e outras artes orientais (não apenas japonesas: orientais em geral, apesar do bairro ser predominantemente japonês). Aqui se podem encontrar desafios a qualquer hora, pois é um local com muitos lutadores dispostos a um bom combate.

Pistas de Skate
Pistas de skate estão espalhadas por todos os lugares. As pistas de skate em geral são lotadas de desafios. Muitos skatistas gostam de apostar alguma coisa, e muitos também gostam de lutar. Por isso, entre as pistas de skate da cidade não há uma em especial para as lutas: praticamente em todas você encontrará alguém pronto à apostas, desafios e lutas. Geralmente garotos mais jovens começam (e a maioria termina também) sua carreira de lutador nas pistas.

Estádio do Morumbi
Bem, acho que esse não precisa de muitas explicações, é apenas um estádio comum, quem não sabe como são seus detalhes, é só assistir um jogo do São Paulo Futebol Clube, quando o time joga em casa. Nesse, que é um dos principais estádios de futebol da cidade, ocorrem muitos torneios que envolvam Guerreiros Mundiais e outros de alto Posto (8 ou +). Muitos são transmitidos pela TV (embora da maioria passe apenas a final). A diretoria do Morumbi está realizando um projeto para levantar alguns telões para a torcida fã de Street Fighting.

Parque do Carmo
Um parque ambiental bem comum, com uma reserva ambiental, pistas de bicicleta, etc. Aqui muitos lutadores que moram na Zona Leste gostam de treinar, fazer exercícios, etc. Mas não é raro que aconteça algum desafio.

Autódromo de Interlagos
Também dispensa apresentações (é aquele da TKOF 2001). Esse, assim como o Morumbi, é comum que seja sede de apenas grandes torneios. Ultimamente sempre que acontece uma corrida de Fórmula 1 ou coisa do gênero, ocorre um grande desafio (geralmente quando se trata de Fórmula 1, algum Guerreiro Mundial comparece, como “cortesia da diretoria da Fórmula 1”).

Aeroporto de Congonhas
Um aeroporto um tanto grande, com várias lojas perto da área de embarque e desembarque, um estacionamento considerável, etc. Também é normal algum desafio, principalmente na área aberta do aeroporto. A direção do aeroporto permite qualquer desafio, mas os lutadores devem se responsabilizar por qualquer dano ao local.

Parque do Ibirapuera
Como o Parque do Carmo, também é um parque ambiental. Local comum de treino dos lutadores da Zona Sul. Existe um espaço reservado para torneios.

Kazebre Rock Bar
Um Rock Bar onde são comuns os mais variados desafios. Nos últimos tempos, a diretoria viu que as lutas nas ruas em frente estavam lucrando, então ergueu mais um palco especial para lutas. Todos os fins de semana acontecem combates ao som de algumas bandas. Aqui Sean estabeleceu sua nova arena oficial, e isso tem atraído muitos lutadores (e feito o bar lucrar muito).

Bairro do Bom Retiro
Esse bairro coreano também é lotado de desafios, provavelmente é o terceiro local mais movimentado em relação a Street Fighting (perdendo apenas para o Aricanduva e a Liberdade). Não há lugares específicos por aqui, apareça no bairro depois das 22:00, vá a um bar qualquer que lá você encontrará um lutador bem disposto (mesmo que seja um bêbado).

Playcenter
Esse sem dúvida é um lugar onde se pode encontrar diversão. Com a legalização do Street Fighter, mais ainda! Agora em todo fim de noite combates acontecem ao som de música techno ou rock nacional. Geralmente não costumam ser grandes e importantes lutas, mas elas ocorrem a todo tempo, sem parar.

Galeria 24 de Maio
Apesar dessa rua ter outras galerias, estamos falando da Galeria do Rock. Lá foi um dos lugares percussores do Street Fighting paulista, e é respeitado por causa disso. Muitos fãs de bandas lutam ali, ao som de seu metal ou hard rock favorito. Sem dúvida, pode ser considerado um “lugar histórico do Street Fighting paulistano”.

18 de janeiro de 2020

15 de janeiro de 2020

Lobisomem os Destituídos - Livro dos Lobos

BÊNÇÃO DA LUA
“Muitas histórias foram contadas da descida dos Lunes há muito tempo, e cada história, dizem eles, é verdade. Eu não sei sobre nada disso, mas eu já falei com Lunes, e eu sinto o puxão cada vez que a lua nasce. E isso me faz pensar, você sabe? Como era quando vieram pela primeira vez para baixo. Imagino que nossa espécie não sabia o que esperar: foi este um benefício, ou outra maldição? E assim por muitas gerações mais tarde, sabemos que o que tinha sido dado era tanto isso, e nenhum dos dois. Algo mais complexo. Outra maneira de ser.”